O AeromoçoEste não é um teste sobre você achar que se concentra bem. É uma tarefa cronometrada de 4 minutos que mede o que acontece de verdade.
Atenção concentrada não é uma habilidade só. São três, e uma pessoa pode ser ótima numa e fraca noutra. A quarta caixa não é uma habilidade: é a troca que você faz entre elas.
Todas funcionam do mesmo jeito: uma grade cheia de símbolos parecidos, um modelo no alto, e você marca os que batem, contra o relógio. Todas dão os mesmos quatro números. O que muda é o que você precisa enxergar. Toque em qualquer uma para ver como ela é.
Antes de cada uma valer, tem um treino curto com correção na hora, para você não gastar tempo de prova entendendo a regra. Duas tarefas (Forma e cor e A regra muda) usam cor como parte da regra: quem não distingue cores tem as outras oito, e a tela de escolha avisa quais são quais.
No começo do século XX, ferrovia e aviação criaram um problema novo: como saber, antes de entregar o comando a alguém, se essa pessoa mantém o foco justamente quando nada de interessante acontece?
Os testes de atenção nasceram aí, na psicologia do trabalho europeia dos anos 1920 e 1930, e o formato que se firmou nunca mudou muito: uma folha cheia de símbolos parecidos, um modelo e um cronômetro. Fácil de aplicar, difícil de fingir, e o desempenho aparece em minutos.
O símbolo mais usado, e o que dá nome à maioria das tarefas daqui, é o anel de Landolt, criado pelo oftalmologista suíço Edmund Landolt em 1888 para medir visão. Ele virou padrão em teste de atenção por um motivo prático: as oito posições da falha têm dificuldade equivalente entre si, então nenhuma direção dá vantagem a ninguém.
Cada índice vai de 0 a 100 e vem com a fórmula escrita ao lado, no próprio relatório. Você não precisa acreditar em nenhum deles: dá para conferir.
Duas observações que o relatório repete, porque mudam a leitura: a Precisão olha só o que você marcou, então ela fica alta se você marcar pouco, e é por isso que a Cobertura aparece ao lado dela. E Constância e Resistência medem variação, não nível: quem vai mal do começo ao fim tira nota alta nas duas, porque não oscilou. Quando isso acontece, o relatório avisa.
Além dos quatro, o relatório traz os números crus (quantos você achou, quantos marcou à toa, quantos deixou passar, quantos símbolos viu) e uma tabela tela por tela, que é onde aparece o que a média esconde: se você caiu no fim, se se perdeu no meio, se acelerou demais.
Saber onde você está hoje é a primeira. A segunda, que rende mais: ter um número para comparar depois de treinar.
Diferente de personalidade, que é estável por anos, atenção concentrada responde a treino em semanas. Refazer o teste toda semana, sempre no mesmo horário, transforma um retrato numa linha, e é a linha que diz se o que você está fazendo funciona.
Não é o teste oficial de nenhuma banca, nem substitui avaliação psicológica. É um instrumento de treino e autoconhecimento, com a tarefa montada no mesmo princípio das provas de atenção em papel.
A comparação é com você mesmo. Cada medição entra na sua linha do tempo, e é ela que mostra se o foco está melhorando. Comparar com estranhos diria pouco: cada um faz no próprio aparelho, na própria hora, com o próprio sono — e é por isso que o acesso vale 31 dias, para você medir várias vezes nas mesmas condições.
E ela é sempre de dois jeitos, os dois justos. Com você mesmo, comparando a sua medição de hoje com as anteriores, que é o que mostra se o treino funcionou e é o mais forte agora. E com quem fez o teste o mesmo tanto de vezes que você: quem está na terceira rodada já conhece a tarefa, então comparar isso com a primeira vez de alguém não diria nada sobre nenhum dos dois.
E o ambiente conta. Fazer no meio do barulho mede o barulho, não você. O teste avisa isso antes de começar.
Diferente dos outros testes, este não é de uma vez só. Atenção concentrada muda com treino, em semanas, então medir uma vez só conta metade da história.
Por isso o seu acesso vale 31 dias contados da primeira vez que você fizer. A sugestão é uma vez por semana em cada tarefa, sempre nas mesmas condições: mesmo horário, mesmo silêncio, mesmo aparelho. É a linha que as medições formam que mostra se o foco está melhorando, não o número de um dia.
E não é a mesma tarefa toda vez: são dez tarefas diferentes, e você escolhe quais fazer. Isso não é enfeite. Quem repete a mesma tarefa dez vezes passa a medir cada vez menos atenção e cada vez mais memória da tarefa: o número sobe sem o foco ter melhorado. Com tarefas diferentes, a comparação continua sendo sobre atenção.
Cada tarefa pode ser feita 5 vezes dentro do seu acesso, uma por semana, com folga. Somando as dez, dá 50 medições, e você distribui como quiser: pode aprofundar em duas ou três, ou passar por todas.
Todas funcionam do mesmo jeito (marcar na grade, contra o relógio) e todas dão os mesmos quatro números. O que muda é o que você precisa enxergar.
Compre pela loja e o acesso chega no seu e-mail, automaticamente. São 4 minutos: no fim, o relatório completo aparece na tela e dá pra salvar em PDF.
O acesso é individual: você recebe um código por e-mail (ou usa o e-mail da compra) e o teste abre com ele.
Mudou de ideia? Você tem 7 dias corridos a partir da compra para desistir e receber o valor de volta, sem precisar justificar: é o direito de arrependimento do artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. Escreva para oaeromoco@gmail.com com o nome e o e-mail usados na compra.